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UNIFICAÇÕES NA FÍSICA

Por Renato da Silva Oliveira Este texto foi gerado em meados dos anos 90 para uma revista de divulgação científica e foi adaptado ligeiramente para o site da AsterDomus em 2003, porém ficou sem ser publicado por muitos anos. Parte dele foi aproveitado numa contribuição à TV Escola por volta de 2006.   A busca incessante dos físicos por leis gerais, aplicáveis a todo o Universo, e à causa última de todos os fenômenos, leva-os naturalmente, através de reducionismo e generalização, a teorias cada vez mais abrangentes e completas. Reduzir hipóteses e causas e generalizar a abrangência de suas consequências tem sido a tarefe hercúlea e heroica de gerações de cientistas genias, principalmente de físicos e matemáticos, que tornaram nossa história uma epopeia digna de ser contada e celebrada. As sementes da Ciência foram plantadas ainda em nossa pré-história por gênios humanos desconhecidos mas o seu primeiro florescimento aconteceu somente.
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ANALFABETISMO LATO SENSU

por Renato da Silva Oliveira Este texto tomou a forma atual numa das infindáveis tardes ociosas de 2020 e foi inspirado pela memória de um grande amigo que usava o termo “analfaciente” para se referir a quem não tinha noções elementares de Ciência e como ela funciona. … O analfabetismo, estritamente falando, ou stricto sensu, é o estado de quem não sabe ler e escrever em qualquer língua. A língua falada precedeu e precede a língua escrita, salvo raríssimas exceções, de modo que a língua escrita teve e tem como objetivo primeiro e primordial reproduzir a língua falada. Mas depois disso, a língua escrita ganhou vida própria e passou a ter também características que independem da língua falada e que lhe são peculiares. Poesia concreta, por exemplo, é algo que não faz muito sentido na língua falada. De qualquer modo, a alfabetização implica no aprendizado básico de sinais gráficos, as.
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Voilà, Magnifique Romildo!

por Orlando Rodrigues Ferreira O autor, apesar de considerar o idioma como algo dinâmico, optou por não adotar o novo acordo ortográfico para a língua portuguesa por julgar não ser este totalmente adequado, além de contrariar estilos de linguagem, cultura e nacionalidade. Solicita-se, portanto, manter o presente texto na grafia original após eventuais revisões.   Quando perdemos um amigo ficamos tristes pelo fato deste levar consigo um pouco do nosso próprio desejo de viver, algo importante que partilhávamos, muito ou pouco, com ele. Entretanto, devemos pensar que, de nosso amigo, permanece o legado da sua alegria e felicidade de vida, por isso, nossa tristeza não se justifica plenamente. Por que ficamos dolentes e, muitas vezes, choramos se fomos agraciados com algo que, apesar de intangível e imponderável, tanto nos acrescenta humanamente? Como outros que partiram sem nos avisar, Romildo Póvoa Faria deixou-nos essa mesma dúvida e, igualmente, a transmitiremos para.
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O PARADOXO DE OLBERS – POR QUE A NOITE É ESCURA?

por Renato da Silva Oliveira   Este texto foi desenvolvido a partir de anotações utilizadas numa palestra proferida por mim na Escola Municipal de Astrofísica de São Paulo, em meados dos anos 80 e portanto não considera coisas como matéria e energia escura conceitos e conhecimentos mais recentes que surgiram a partir dos anos 90. Procurei não evocar considerações matemáticas na parte principal do texto. Para os interessados, há apêndices com resumos de desenvolvimentos matemáticos que permitem justificar as afirmações do texto principal.   “E Deus disse:  — Faça-se a luz! E a luz se fez. E Deus viu a luz, que era boa; e Deus separou a luz das trevas. E Deus chamou a luz de dia e as trevas de noite. E a tarde e a manhã foram do 1º dia.” Gênesis … Heirich Wilhelm Olbers nasceu em 1758 na pequena cidade de Arbergen, na Alemanha. Seus trabalhos como.
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A PÁSCOA E AS FESTAS MÓVEIS CRISTÃS

por Renato da Silva Oliveira     Este texto foi criado em sua forma original em janeiro de 2000 para o primeiro boletim “Você Sabia …“, distribuído gratuitamente pela AsterDomus para escolas de Ensino Básico. Na versão a seguir foram feitos apenas alguns cortes, em trechos sobre estações do ano e outros temas que seraõ abordados em textos específicos.   A Páscoa é determinada através de cálculos astronômicos baseados em antigos calendários e convenções. Em nosso calendário, ela corresponde ao primeiro domingo após a primeira Lua Cheia (obtida de uma tabela baseada no ciclo metônico) que ocorre durante ou depois de 21 de março. A data 21 de março foi escolhida como padrão para o dia da entrada na Primavera no Hemisfério Norte da Terra, o que, de fato, nem sempre ocorre. Essa data é, também, sempre próxima à da entrada do Outono no Hemisfério Sul de nosso planeta. A Origem da Páscoa Muitos povos antigos, como os.
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